terça-feira, 11 de julho de 2023

AS VEZES ( NÃO SEMPRE) O CLIENTE TEM RAZÃO

 



Por Maiara de Deus


Quem nunca ouvia a máxima: " O cliente tem sempre razão." ? Nunca concordei com isso porque muita gente  se aproveita desta afirmação para cometer certos abusos, o cliente é uma peça importantíssima, pois é ele quem consome  o produto que as empresas oferece, porém , não por causa desta importância que as relações entre empresas e cliente precisa ser de submissão e percebam que existem dois pontos importantes nesta discussão.

Uma  é o cliente  como figura importante mas que ponderadamente deve respeitar e tratar com ética quem o está atendendo e a outra é  o representante da empresa saber lidar com o cliente não apenas como cliente mas como uma pessoa. Vamos  ao primeiro ponto: A qualidade no atendimento e a satisfação que o cliente  demonstra quando  adquire um produto ou serviço é a melhor propaganda em que uma empresa pode investir, não adianta nada gastar rios de dinheiro investindo em publicidade e divulgação se  ninguém atende ao telefone, os e-mails não são respondidos, os funcionários são rudes ou atendem de má vontade ou nunca sabem informar  corretamente. O cliente sempre tem a opção de procurar o concorrente e isso não é bom porque  fazer com que o produto ou serviço seja conhecido abrange  principalmente  a conquista do cliente e este processo não é fácil. Em muitas situações é o atendimento que derruba uma empresa por isso o idealizador/ administrador/ sócio/ dono ou afins precisa saber fazer seus colaboradores sonharem junto com ele  para contribuir no mesmo projeto com o mesmo objetivo e isso diz respeito a motivação, valorização profissional, ambiente saudável e agradável, remuneração em dias , tudo isso compõe ao que chamamos de QVT ( Qualidade de Vida no ambiente de Trabalho), em muitas situações o colaborador reflete no cliente o peso de suas insatisfações. O cliente não está fazendo nenhum favor  a empresa, ele pode procurar um lugar onde seja melhor atendido, onde os prazos sejam cumpridos e com todas as oscilações na economia  empresários prudentes procuram fidelizar seus clientes, da mesma forma o cliente não pode se apegar  que tem sempre razão porque nem sempre tem, em muitas situações o cliente se aproveita para  ter o que ele quer mesmo que não seja pertinente ou para distratar o profissional o que não tem nenhuma justificativa, neste caso a empresa tem o direito sim de se recusar a atender um cliente mal educado.

Como mencionei acima a satisfação e o reconhecimento é um agente motivador de extrema força. Quando um cliente trata mal um colaborador e o gestor não faz nada, não se posiciona, o colaborador entende que   não tem valor nenhum para a empresa e que não receberá nenhuma defesa por parte de seus superiores vão levar em conta  que o cliente está sempre certo e nesta situação o gestor não está sendo só injusto  com o colaborador como está sendo conivente com o cliente..

Depois de todos os  contratempos que vieram com a pandemia duas coisas se tornou muito  frágil para as empresas: 1- Manter  seu quadro funcional; 2 Manter seus clientes. Estas duas situações deve ser tratadas com muito cuidado, várias empresa muito bem estruturadas não suportaram  o peso e a incerteza da pandemia e muitos clientes adotaram posturas de extrema prudência no que diz respeito a gastar dinheiro portanto se antes já era  extremamente importante avaliar  o que fazer para manter a fidelidade do cliente hoje em dia isso  é um desafio que as empresas precisam entender que não podem recusar.


REFERÊNCIAS:

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