Por Maiara de Deus
Quem nunca ouvia a máxima: " O cliente tem sempre razão." ? Nunca concordei com isso porque muita gente se aproveita desta afirmação para cometer certos abusos, o cliente é uma peça importantíssima, pois é ele quem consome o produto que as empresas oferece, porém , não por causa desta importância que as relações entre empresas e cliente precisa ser de submissão e percebam que existem dois pontos importantes nesta discussão.
Uma é o cliente como figura importante mas que ponderadamente deve respeitar e tratar com ética quem o está atendendo e a outra é o representante da empresa saber lidar com o cliente não apenas como cliente mas como uma pessoa. Vamos ao primeiro ponto: A qualidade no atendimento e a satisfação que o cliente demonstra quando adquire um produto ou serviço é a melhor propaganda em que uma empresa pode investir, não adianta nada gastar rios de dinheiro investindo em publicidade e divulgação se ninguém atende ao telefone, os e-mails não são respondidos, os funcionários são rudes ou atendem de má vontade ou nunca sabem informar corretamente. O cliente sempre tem a opção de procurar o concorrente e isso não é bom porque fazer com que o produto ou serviço seja conhecido abrange principalmente a conquista do cliente e este processo não é fácil. Em muitas situações é o atendimento que derruba uma empresa por isso o idealizador/ administrador/ sócio/ dono ou afins precisa saber fazer seus colaboradores sonharem junto com ele para contribuir no mesmo projeto com o mesmo objetivo e isso diz respeito a motivação, valorização profissional, ambiente saudável e agradável, remuneração em dias , tudo isso compõe ao que chamamos de QVT ( Qualidade de Vida no ambiente de Trabalho), em muitas situações o colaborador reflete no cliente o peso de suas insatisfações. O cliente não está fazendo nenhum favor a empresa, ele pode procurar um lugar onde seja melhor atendido, onde os prazos sejam cumpridos e com todas as oscilações na economia empresários prudentes procuram fidelizar seus clientes, da mesma forma o cliente não pode se apegar que tem sempre razão porque nem sempre tem, em muitas situações o cliente se aproveita para ter o que ele quer mesmo que não seja pertinente ou para distratar o profissional o que não tem nenhuma justificativa, neste caso a empresa tem o direito sim de se recusar a atender um cliente mal educado.
Como mencionei acima a satisfação e o reconhecimento é um agente motivador de extrema força. Quando um cliente trata mal um colaborador e o gestor não faz nada, não se posiciona, o colaborador entende que não tem valor nenhum para a empresa e que não receberá nenhuma defesa por parte de seus superiores vão levar em conta que o cliente está sempre certo e nesta situação o gestor não está sendo só injusto com o colaborador como está sendo conivente com o cliente..
Depois de todos os contratempos que vieram com a pandemia duas coisas se tornou muito frágil para as empresas: 1- Manter seu quadro funcional; 2 Manter seus clientes. Estas duas situações deve ser tratadas com muito cuidado, várias empresa muito bem estruturadas não suportaram o peso e a incerteza da pandemia e muitos clientes adotaram posturas de extrema prudência no que diz respeito a gastar dinheiro portanto se antes já era extremamente importante avaliar o que fazer para manter a fidelidade do cliente hoje em dia isso é um desafio que as empresas precisam entender que não podem recusar.
REFERÊNCIAS:
https://encrypted-tbn0.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcQWsCdzPHGXSzr5ZSoKamWPr2iUdkhG1vl0gQ&usqp=CAU
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